<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Barbosa&#38;Dias | Servidor Público</title>
	<atom:link href="http://barbosaedias.com.br/category/servidor-publico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://barbosaedias.com.br</link>
	<description>O Direito em seu capacidade de atender empresas, pessoas e organizações</description>
	<lastBuildDate>Fri, 01 May 2026 20:02:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.38</generator>
	<item>
		<title>Servidores públicos recebem valores indevidos de planos econômicos</title>
		<link>http://barbosaedias.com.br/servidores-publicos-recebem-valores-indevidos-de-planos-economicos/</link>
		<comments>http://barbosaedias.com.br/servidores-publicos-recebem-valores-indevidos-de-planos-economicos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 17:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[bidaa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://barbosaedias.com.br/?p=1642</guid>
		<description><![CDATA[A fiscalização constatou o pagamento de valores que não fazem parte da estrutura remuneratória dos servidores públicos federais Por Secom TCU 17/07/2019 As remunerações de diversos servidores da administração pública federal deverão ser revistas para excluir pagamentos de planos econômicos. É a conclusão de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) nas folhas de<span class="excerpt-more"> [...]</span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="noticia__detalhe_linha_fina"><em>A fiscalização constatou o pagamento de valores que não fazem parte da estrutura remuneratória dos servidores públicos federais</em></div>
<div class="noticia__detalhe_meta">
<div class="noticia__detalhe_meta-texto">
<div class="autor"><em>Por Secom TCU</em></div>
<div><em>17/07/2019</em></div>
</div>
<div class="addthis_inline_share_toolbox" data-url="https://portal.tcu.gov.br/imprensa/noticias/servidores-publicos-recebem-valores-indevidos-de-planos-economicos.htm" data-title="Servidores públicos recebem valores indevidos de planos econômicos | Portal TCU" data-description="A fiscalização constatou o pagamento de valores que não fazem parte da estrutura remuneratória dos servidores públicos federais"></div>
</div>
<div id="edCorpo" class="noticia__detalhe_corpo">
<p>As remunerações de diversos servidores da administração pública federal deverão ser revistas para excluir pagamentos de planos econômicos. É a conclusão de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) nas folhas de pagamento e em dados cadastrais de diversos órgãos.</p>
<p>A fiscalização constatou o pagamento de valores que não fazem parte da estrutura remuneratória dos servidores públicos federais, em rubricas provenientes de decisões judiciais relacionadas a planos econômicos e outras vantagens. Os pagamentos mensais irregulares são de aproximadamente R$ 26 milhões e, em dez anos, atingem R$ 3,4 bilhões.</p>
<p>As principais causas desses acertos decorrem da demora no recadastramento de processos e da falta de informações sobre os limites exatos das execuções judiciais cadastradas no Sistema de Cadastro de Ações Judiciais.</p>
<p>Entre as rubricas irregulares, estão pagamentos relacionados com Plano Bresser, Plano Verão e Plano Collor. Há ainda a incorporação de horas extras e vantagem pessoal concedidas para evitar a redução de remuneração por reenquadramento de docentes e técnicos administrativos no Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos.</p>
<p>Para o Tribunal, no entanto, as rubricas para compensar os servidores por perdas salariais, em especial aquelas decorrentes dos planos econômicos, deveriam ser pagas apenas até a reposição salarial superveniente, o que não tem acontecido. Em lugar disso, os pagamentos ocorrem por tempo indeterminado e causam grave dano ao erário.</p>
<p>Para sanar esses problemas, o TCU constatou que a Advocacia Geral da União precisa analisar previamente as ações judiciais, estabelecer os parâmetros de cumprimento e indicar, quando for o caso, a característica da compensação das rubricas judiciais nos planos econômicos.</p>
<p>Em consequência da fiscalização, a Corte de Contas determinou à Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, órgão gestor do Sistema Integrado de Administração de Pessoal, que absorva ou elimine da estrutura remuneratória dos servidores públicos federais o pagamento de diversas rubricas judiciais.</p>
<p>A relatora do processo é a ministra Ana Arraes.</p>
</div>
<div id="edCorpoServico" class="noticia__detalhe_corpo">
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Leia a íntegra da decisão: <a href="https://pesquisa.apps.tcu.gov.br/#/documento/acordao-completo/1614%252F2019/%20/DTRELEVANCIA%20desc,%20NUMACORDAOINT%20desc/0/%20?uuid=fe23a490-a8b0-11e9-8d06-19c9eef38510">Acórdão 1614/2019</a> – TCU – Plenário</p>
<p>Processo: <a href="https://contas.tcu.gov.br/etcu/AcompanharProcesso?p1=30187&amp;p2=2018&amp;p3=4">TC 030.187/2018-4</a></p>
<p>Sessão: 10/7/2019</p>
<p>Secom – SG</p>
<p>Telefone: (61) 3316-5060</p>
<p>E-mail: <a href="mailto:imprensa@tcu.gov.br">imprensa@tcu.gov.br</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://barbosaedias.com.br/servidores-publicos-recebem-valores-indevidos-de-planos-economicos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>DF É CONDENADO A PAGAR ÚLTIMA PARCELA DE REAJUSTE A SERVIDOR</title>
		<link>http://barbosaedias.com.br/df-e-condenado-a-pagar-ultima-parcela-de-reajuste-a-servidor/</link>
		<comments>http://barbosaedias.com.br/df-e-condenado-a-pagar-ultima-parcela-de-reajuste-a-servidor/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 18:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[bidaa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://barbosaedias.com.br/?p=1462</guid>
		<description><![CDATA[O juiz do 3º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF julgou parcialmente procedente o pedido  e condenou o Distrito Federal a implementar, nos proventos da autora, a última parcela do reajuste concedido pela Lei 5.192/2013. A autora ajuizou ação no intuito de obter a condenação do Distrito Federal em efetivar o pagamento dos valores decorrentes<span class="excerpt-more"> [...]</span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/logo-5.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1460" src="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/logo-5-300x98.png" alt="logo (5)" width="300" height="98" /></a></p>
<p>O juiz do 3º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF julgou parcialmente procedente o pedido  e condenou o Distrito Federal a implementar, nos proventos da autora, a última parcela do reajuste concedido pela Lei 5.192/2013.</p>
<p>A autora ajuizou ação no intuito de obter a condenação do Distrito Federal em efetivar o pagamento dos valores decorrentes do  aumento concedido pela mencionada lei.</p>
<p>O DF apresentou defesa, na qual argumentou que a suspensão dos reajustes é legítima, devido a sua situação financeira, e requereu a improcedência dos pedidos.</p>
<p>O magistrado registrou que: “Nesse sentido, não cabe acolhida os argumentos apresentados pelo requerido de escassez de recursos para o atendimento de custos diversos da despesa de pessoal. Ademais, a Lei Complementar 101/2000 impõe controle aos gastos da Administração Pública, competindo aos entes da federação organizar seu orçamento. Nestes moldes, o Distrito Federal tem o dever legal de restringir a sua atuação a fim de conformá-la à lei. &#8220;In casu&#8221;, devem ser observados que os reajustes salariais precederam de processo legislativo e conforme artigos 14 e 15, da Lei 5.192/2013, a carreira da autora teve os valores dos vencimentos reajustados (anexo III) a serem pagos em três parcelas anuais.”.</p>
<p>A decisão não é definitiva e pode ser objeto de recurso.</p>
<p><strong>PJe: </strong>0722921-33.2016.8.07.0016</p>
<p>Fonte: http://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2017/janeiro/df-e-condenado-a-pagar-ultima-parcela-de-reajuste-a-servidor</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://barbosaedias.com.br/df-e-condenado-a-pagar-ultima-parcela-de-reajuste-a-servidor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>EMPRESA DEVE INDENIZAR POR BUSCA E APREENSÃO INDEVIDAS DE VEÍCULO</title>
		<link>http://barbosaedias.com.br/empresa-deve-indenizar-por-busca-e-apreensao-indevidas-de-veiculo/</link>
		<comments>http://barbosaedias.com.br/empresa-deve-indenizar-por-busca-e-apreensao-indevidas-de-veiculo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 18:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[bidaa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://barbosaedias.com.br/?p=1459</guid>
		<description><![CDATA[O juiz da 1ª Vara Cível de Brasília condenou a Aymoré Crédito Financiamento e Investimento a pagar indenização por danos morais a cliente que teve o carro apreendido indevidamente em ação de busca e apreensão. Além de pagar R$ 5 mil de danos morais, a empresa deverá arcar também com os prejuízos materiais impostos ao<span class="excerpt-more"> [...]</span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/logo-5.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1460" src="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/logo-5-300x98.png" alt="logo (5)" width="300" height="98" /></a></p>
<p>O juiz da 1ª Vara Cível de Brasília condenou a Aymoré Crédito Financiamento e Investimento a pagar indenização por danos morais a cliente que teve o carro apreendido indevidamente em ação de busca e apreensão. Além de pagar R$ 5 mil de danos morais, a empresa deverá arcar também com os prejuízos materiais impostos ao consumidor.</p>
<p>O autor relatou que atrasou o pagamento de algumas parcelas referentes ao financiamento de veículo, com garantia de alienação fiduciária, contratado com a ré. Informou que os valores em atraso foram quitados em acordo extrajudicial, no dia 31/3/2015. Apesar disso, no dia 23/7/2015, teve o carro apreendido judicialmente em decorrência da dívida. Pediu a condenação da Aymoré no dever de indenizá-lo, afirmando que cabia à empresa suspender o curso da ação judicial.</p>
<p>Em contestação, a empresa negou a existência dos danos pleiteados e defendeu a culpa exclusiva de terceiros pelos fatos.</p>
<p>Na sentença, o juiz considerou “inafastável a responsabilidade do réu, porquanto emerge da situação narrada o nexo de causalidade, advindo da supra aludida ação de busca e apreensão intentada pela parte ré, frise-se, ato de boa-fé, mesmo após a quitação da obrigação pelo autor, resultando na indevida apreensão do veículo. Logo, incumbe à ré o ressarcimento ao autor dos danos materiais por ela causados, quais sejam, as despesas decorrentes da apreensão do veículo, cujos valores devem ser corrigidos monetariamente desde a data do desembolso.”</p>
<p>Quanto aos danos morais, o magistrado acrescentou que a conduta da empresa em não suspender a ação após a quitação da dívida ensejou constrangimento e abalo psíquico ao réu, configurando o dano moral.</p>
<p>Ainda cabe recurso da decisão de 1ª Instância.</p>
<p>Fonte: http://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2017/janeiro/empresa-deve-indenizar-por-busca-e-apreensao-de-veiculo-indevida</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://barbosaedias.com.br/empresa-deve-indenizar-por-busca-e-apreensao-indevidas-de-veiculo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ser reprovado em uma vaga e aprovado em outra idêntica mostra discriminação</title>
		<link>http://barbosaedias.com.br/ser-reprovado-em-uma-vaga-e-aprovado-em-outra-identica-mostra-discriminacao/</link>
		<comments>http://barbosaedias.com.br/ser-reprovado-em-uma-vaga-e-aprovado-em-outra-identica-mostra-discriminacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 18:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[bidaa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://barbosaedias.com.br/?p=1457</guid>
		<description><![CDATA[Ser reprovado em um concurso por conta do exame admissional, mas ser aprovado para função idêntica em outra instituição, mostra que houve discriminação no primeiro caso. Este é o entendimento do juiz federal Heraldo Garcia Vitta, da 21ª Vara Federal Cível em São Paulo, que condenou a Caixa Econômica Federal a pagar R$ 10 mil<span class="excerpt-more"> [...]</span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Consultor-juridico.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1430" src="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Consultor-juridico-300x195.jpg" alt="Consultor juridico" width="300" height="195" /></a></p>
<p>Ser reprovado em um concurso por conta do exame admissional, mas ser aprovado para função idêntica em outra instituição, mostra que houve discriminação no primeiro caso. Este é o entendimento do juiz federal Heraldo Garcia Vitta, da 21ª Vara Federal Cível em São Paulo, que condenou a Caixa Econômica Federal a pagar R$ 10 mil por danos materiais e R$ 15 mil por danos morais a um candidato aprovado no concurso de técnico bancário para as vagas de pessoas com deficiência, mas reprovado no exame admissional.</p>
<p>O laudo médico da Caixa concluiu pela impossibilidade do seu aproveitamento, porém o autor considerou a medida injusta, já que foi admitido posteriormente em um cargo semelhante – escriturário – no concurso do Banco do Brasil.</p>
<p>Garcia Vitta afirmou na decisão que as atribuições do cargo previstas no edital referem-se a atividades administrativas, “que exigem capacidades que o autor detém, isto é, a emocional, a comportamental e a cognitiva, mais do que suficientes para o desempenho da função”.</p>
<p><strong>Inexistência de incompatibilidade</strong><br />
Para o juiz, o fato de o autor ter sido aprovado e exercer trabalho semelhante em outro banco no qual também prestou concurso “reforça a inexistência de incompatibilidade entre sua situação física e as atribuições do cargo para o qual foi aprovado na CEF”.</p>
<p>Segundo a decisão, ao prever no edital a reserva de vagas para pessoas com deficiência, o banco não pode simplesmente se eximir da contratação sob a alegação de que o candidato seja deficiente físico e necessitaria das adequações necessárias a fim de exercer a função.</p>
<p>“Se fosse o caso, eventual ‘desclassificação’ deveria ocorrer apenas durante o período de estágio probatório, mediante justificativa plausível. Nesse momento, ou seja, na prática, no desenvolvimento da função propriamente, poder-se-ia verificar eventual falta de condições físicas do autor”, diz o texto.</p>
<p><strong>Danos materiais</strong><br />
Em relação aos danos materiais, o juiz enfatiza que eles estão relacionados à expectativa do autor de receber salários e integrar o quadro de pessoal da CEF, inviabilizada em decorrência do ato praticado.</p>
<p>“De todo modo, houve, por parte do autor, perda séria de uma chance, porque o ingresso na função foi obstaculizado, de maneira abrupta, inesperada, por ato da requerida, a qual, ainda que alegue boa-fé, na medida em que teria interpretado o laudo equivocadamente, impediu o acesso do autor à função para a qual estudou com afinco e dedicação, tendo sido aprovado”, aponta a sentença. <em>Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. </em></p>
<p>Fonte: http://www.conjur.com.br/2017-jan-16/diferentes-resultados-concursos-iguais-prova-discriminacao</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://barbosaedias.com.br/ser-reprovado-em-uma-vaga-e-aprovado-em-outra-identica-mostra-discriminacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Se necessário, estado pode suspender licitação para fazer contrato de emergênci</title>
		<link>http://barbosaedias.com.br/se-necessario-estado-pode-suspender-licitacao-para-fazer-contrato-de-emergenci/</link>
		<comments>http://barbosaedias.com.br/se-necessario-estado-pode-suspender-licitacao-para-fazer-contrato-de-emergenci/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 18:38:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[bidaa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://barbosaedias.com.br/?p=1455</guid>
		<description><![CDATA[Em caso de necessidade, os estados podem fazer uma contratação de emergência de qualquer tipo de serviço. Por isso, não há risco na suspensão de um processo de licitação sobre o qual paire alguma suspeita. Com esse entendimento, a presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministra Laurita Vaz, indeferiu pedido de suspensão de liminar feito<span class="excerpt-more"> [...]</span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Consultor-juridico.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1430" src="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Consultor-juridico-300x195.jpg" alt="Consultor juridico" width="300" height="195" /></a></p>
<p>Em caso de necessidade, os estados podem fazer uma contratação de emergência de qualquer tipo de serviço. Por isso, não há risco na suspensão de um processo de licitação sobre o qual paire alguma suspeita. Com esse entendimento, a presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministra Laurita Vaz, indeferiu pedido de suspensão de liminar feito pelo Rio Grande do Norte.</p>
<p>No caso, uma empresa que participa de uma licitação referente à prestação de serviços de transmissão de dados no Poder Judiciário foi à Justiça pedir que o pregão fosse suspenso. A companhia alegava que o estado estaria predisposto a privilegiar um dos participantes da licitação e que o procedimento apresentava vícios referentes à composição de preço. A liminar foi deferida para obstar o seguimento do pregão.</p>
<p>O Rio Grande do Norte foi ao STJ tentar derrubar a liminar, alegando que a suspensão poderá prejudicar o sistema de processo judicial eletrônico, incluindo o acompanhamento processual e o envio de petições pela internet. Afirmou que, com a eventual interrupção do serviço, 65 comarcas, 120 prédios que servem ao Judiciário local, 4 mil usuários e 14 mil advogados seriam atingidos.</p>
<p><strong>Interesse público</strong><br />
“O manejo de feito suspensivo é prerrogativa justificada pela supremacia do interesse público sobre o particular, cujo titular é a coletividade, e supõe a existência de grave lesão à ordem, à saúde, à segurança ou à economia públicas”, explicou a ministra Laurita Vaz.</p>
<p>Segundo ela, o instituto visa ao sobrestamento de decisões “precárias” e “ainda reformáveis” que tenham efeitos imediatos e lesivos para o setor público; e a alegada lesão ao bem jurídico deve ser grave e iminente, “devendo ser demonstrado, de modo cabal e preciso, que a execução da decisão atacada traria danos à coletividade”.</p>
<p>Para ela, as razões apresentadas pelo Rio Grande do Norte impressionam, mas não caracterizam a lesão de natureza grave e imediata à ordem pública. Isso porque o próprio requerente juntou ao processo cópia da ata de uma reunião em que deixou consignado que a atual prestadora de serviço de transmissão de dados teria interesse na prorrogação do contrato.</p>
<p>“Essas circunstâncias denunciam, portanto, a ausência de lesão à ordem pública de natureza grave e imediata, uma vez que o Poder Judiciário não está desassistido, pois tem à disposição meios administrativos para contornar as consequências advindas da tutela recursal objeto do presente pleito”, concluiu Laurita Vaz. <em>Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: http://www.conjur.com.br/2017-jan-16/estado-suspender-licitacao-contrato-emergencia</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://barbosaedias.com.br/se-necessario-estado-pode-suspender-licitacao-para-fazer-contrato-de-emergenci/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sem comprovação de que ocorreu, suposta infração de servidor não deve ser registrada</title>
		<link>http://barbosaedias.com.br/sem-comprovacao-de-que-ocorreu-suposta-infracao-de-servidor-nao-deve-ser-registrada/</link>
		<comments>http://barbosaedias.com.br/sem-comprovacao-de-que-ocorreu-suposta-infracao-de-servidor-nao-deve-ser-registrada/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 15:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[bidaa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://barbosaedias.com.br/?p=1452</guid>
		<description><![CDATA[A administração pública não deve manter, nos registros funcionais de servidor, informações sobre supostas infrações que já prescreveram e que, portanto, não poderiam mais ser punidas caso fosse verificado, em processo administrativo disciplinar, que elas foram efetivamente cometidas. A determinação consta em parecer elaborado pela Consultoria-Geral da União (CGU) que, por ter sido aprovado pela<span class="excerpt-more"> [...]</span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/download-36.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1453" src="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/download-36-300x200.jpg" alt="download (36)" width="300" height="200" /></a></p>
<p>A administração pública não deve manter, nos registros funcionais de servidor, informações sobre supostas infrações que já prescreveram e que, portanto, não poderiam mais ser punidas caso fosse verificado, em processo administrativo disciplinar, que elas foram efetivamente cometidas. A determinação consta em parecer elaborado pela Consultoria-Geral da União (CGU) que, por ter sido aprovado pela advogada-geral da União, ministra Grace Mendonça, e pelo presidente da República, Michel Temer, ganhou efeito vinculante. Ou seja, terá que ser obrigatoriamente seguido por todos os órgãos e entidades do poder Executivo federal.</p>
<p>A elaboração do parecer foi motivada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no Mandado de Segurança nº 23.262/DF, em que a corte considerou inconstitucional o artigo 170 da Lei nº 8.112/90 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis Federais) por afronta ao princípio da presunção de inocência (artigo 5º, inciso LVII da Constituição Federal). Referente ao processo administrativo disciplinar, o dispositivo legal estabelecia que “extinta a punibilidade pela prescrição, a autoridade julgadora determinará o registro do fato nos assentamentos individuais do servidor”.</p>
<p>Como a decisão do STF não teve caráter vinculante, sua aplicação no âmbito de toda a administração pública federal ainda dependia de uma autorização da Presidência da República. Tal autorização foi dada por meio do parecer. O documento destaca que o dispositivo considerado inconstitucional pelo Supremo impunha à administração a obrigação de adotar medida restritiva em relação ao servidor baseada em fato que, por estar prescrito, sequer poderia ser devidamente verificado. “Fica configurada, com isso, a violação à garantia constitucional que o indivíduo tem de não sofrer antecipadamente as consequências jurídicas de uma condenação que, além de incerta, não poderá vir a ocorrer em virtude da prescrição punitiva”, destaca trecho do parecer.</p>
<p>Ainda de acordo com o documento, “na hipótese de prescrição da pretensão punitiva, deixa de existir qualquer possibilidade futura de formação de culpa. E, conforme a garantia da presunção de não-culpabilidade, a administração não pode mais se basear no fato atingido pela prescrição para adotar medidas restritivas contra o servidor”.</p>
<p><strong>Prazos</strong></p>
<p>De acordo com a Lei 8.112/90, o prazo para a administração pública investigar infrações de servidores só começa a contar no dia em que o fato foi conhecido e varia de 180 dias a cinco anos, dependendo da gravidade do ato.</p>
<p>Raphael Bruno</p>
<p>Fonte: http://www.agu.gov.br/page/content/detail/id_conteudo/494391</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://barbosaedias.com.br/sem-comprovacao-de-que-ocorreu-suposta-infracao-de-servidor-nao-deve-ser-registrada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Trabalho aprova direito de mães amamentarem durante prova de concurso</title>
		<link>http://barbosaedias.com.br/trabalho-aprova-direito-de-maes-amamentarem-durante-prova-de-concurso/</link>
		<comments>http://barbosaedias.com.br/trabalho-aprova-direito-de-maes-amamentarem-durante-prova-de-concurso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 15:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[bidaa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://barbosaedias.com.br/?p=1444</guid>
		<description><![CDATA[A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou o Projeto de Lei 3220/15, do senador José Medeiros (PSD-MT), que assegura às mães o direito de amamentarem seus filhos de até seis meses de idade durante a realização de concursos públicos federais. Pela proposta, a mãe indicará um acompanhante responsável pela guarda do lactente<span class="excerpt-more"> [...]</span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/img201610201058413952107.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1448" src="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/img201610201058413952107-300x197.jpg" alt="img201610201058413952107" width="300" height="197" /></a></p>
<p>A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou o Projeto de Lei <a href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/522081-PROPOSTA-ASSEGURA-DIREITO-DE-MAES-AMAMENTAREM-DURANTE-PROVA-DE-CONCURSO.html" target="_blank">3220/15</a>, do senador José Medeiros (PSD-MT), que assegura às mães o direito de amamentarem seus filhos de até seis meses de idade durante a realização de concursos públicos federais.</p>
<p>Pela proposta, a mãe indicará um acompanhante responsável pela guarda do lactente no período das provas. Esse acompanhante, que deverá chegar ao local até o horário estabelecido para o fechamento dos portões, ficará com a criança em local próximo, reservado à amamentação.</p>
<p>A mãe terá o direito de amamentar cada filho, se tiver mais de um, em intervalos de duas horas, por até 30 minutos cada um. O tempo despendido será compensado na realização da prova. Durante a amamentação, a mãe deverá ser acompanhada por um fiscal.</p>
<p>Para a relatora na comissão, deputada Flávia Morais (PDT-GO), não há atitude mais nobre de uma mãe para com seu filho que o amamentar. “A mulher, da qual a criança depende, não terá condições idênticas de competição nos concursos públicos se não puder amamentar seu filho durante a realização das provas”, disse. Morais acrescentou que a proposta é mais uma forma de a administração pública demonstrar a importância da amamentação.</p>
<p><strong>Solicitação prévia</strong><br />
Conforme o texto aprovado, só será garantido o direito à amamentação às mães que solicitarem a autorização previamente aos organizadores do concurso, de acordo com prazo a ser determinado em edital.</p>
<p>Muitos editais atualmente já preveem a possibilidade de a candidata amamentar e de haver um acompanhante para ficar com o bebê durante a prova. O projeto do senador José Medeiros torna essa possibilidade lei.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
A proposta tramita em <span class="termoGlossario">regime de prioridade</span> e em <span class="termoGlossario">caráter conclusivo</span> e será ainda analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/522082-TRABALHO-APROVA-DIREITO-DE-MAES-AMAMENTAREM-DURANTE-PROVA-DE-CONCURSO.html</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://barbosaedias.com.br/trabalho-aprova-direito-de-maes-amamentarem-durante-prova-de-concurso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comissão aprova adicional de periculosidade a agentes de segurança</title>
		<link>http://barbosaedias.com.br/comissao-aprova-adicional-de-periculosidade-a-agentes-de-seguranca/</link>
		<comments>http://barbosaedias.com.br/comissao-aprova-adicional-de-periculosidade-a-agentes-de-seguranca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 15:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[bidaa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://barbosaedias.com.br/?p=1439</guid>
		<description><![CDATA[A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5492/16, que garante a policiais federais e estaduais o direito a adicional de periculosidade fixado em, no mínimo, 30% da remuneração. Pelo texto, o benefício será calculado sobre a remuneração total, excetuadas as vantagens de natureza<span class="excerpt-more"> [...]</span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/download-33.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1441" src="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/download-33.jpg" alt="download (33)" width="277" height="182" /></a></p>
<p>A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei <a href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/522051-PROPOSTA-PREVE-ADICIONAL-DE-PERICULOSIDADE-A-AGENTES-DE-SEGURANCA.html" target="_blank">5492/16</a>, que garante a policiais federais e estaduais o direito a adicional de periculosidade fixado em, no mínimo, 30% da remuneração.</p>
<p>Pelo texto, o benefício será calculado sobre a remuneração total, excetuadas as vantagens de natureza pessoal. A medida vale para as polícias rodoviária e ferroviária federal, civil, militares e corpos de bombeiros militares.</p>
<p>O autor, deputado Cabo Daciolo (PTdoB-RJ), afirma que o projeto “corrige lacuna na lei ao reconhecer que os agentes de segurança exercem atividade insalubre e de risco, permitindo melhores condições de trabalho”.</p>
<p>O relator, deputado Pastor Eurico (PHS-PE), elogiou a iniciativa e incluiu os agentes carcerários entre os beneficiários. Segundo ele, a compensação financeira atenua problemas inerentes a atividades desses profissionais. “Há o risco de que eles contraiam doenças mentais e físicas que afetam, de forma direta, o próprio policial e, de forma indireta, os seus familiares”, ressaltou.</p>
<p>O projeto regulamenta o artigo 144 da Constituição, que trata da segurança pública. Essse dispositivo enquadra os agentes de segurança entre os trabalhadores remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
A proposta será analisada de forma <span class="termoGlossario">conclusiva</span> pelas comissões do Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/522052-COMISSAO-APROVA-ADICIONAL-DE-PERICULOSIDADE-A-AGENTES-DE-SEGURANCA.html</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://barbosaedias.com.br/comissao-aprova-adicional-de-periculosidade-a-agentes-de-seguranca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bônus de produtividade vai beneficiar 30 mil servidores aposentados</title>
		<link>http://barbosaedias.com.br/bonus-de-produtividade-vai-beneficiar-30-mil-servidores-aposentados/</link>
		<comments>http://barbosaedias.com.br/bonus-de-produtividade-vai-beneficiar-30-mil-servidores-aposentados/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 15:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[bidaa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://barbosaedias.com.br/?p=1436</guid>
		<description><![CDATA[Ao todo, cerca de 45 mil servidores do governo federal terão o bônus. São auditores e analistas da Receita e auditores-fiscais do Trabalho. Quase 30 mil auditores aposentados e pensionistas do governo federal vão ser beneficiados com um bônus de produtividade. Então, você não trabalha mais, é aposentado ou recebe uma pensão? E aí, a<span class="excerpt-more"> [...]</span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/download-32.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1437" src="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/download-32-300x158.jpg" alt="download (32)" width="300" height="158" /></a></p>
<h2>Ao todo, cerca de 45 mil servidores do governo federal terão o bônus.<br />
São auditores e analistas da Receita e auditores-fiscais do Trabalho.</h2>
<p>Quase 30 mil auditores aposentados e pensionistas do governo federal vão ser beneficiados com um bônus de produtividade.</p>
<p>Então, você não trabalha mais, é aposentado ou recebe uma pensão? E aí, a notícia. Vai receber um bônus por eficiência e produtividade. Um benefício que depende do esforço, do desempenho de quem ainda trabalha, mas que vai ser pago até para pensionistas.</p>
<p>O acordo, com reajuste de salário e a criação de um bônus, foi fechado ainda no governo da então presidente Dilma Rousseff, e entrou em vigor em dezembro, já no governo Michel Temer.</p>
<p>O bônus vale para três categorias: auditores e analistas da <a class="premium-tip" href="http://g1.globo.com/tudo-sobre/receita-federal/">Receita Federal</a> e auditores-fiscais do Trabalho. A justificativa oficial? Estimular os funcionários e aumentar a arrecadação.</p>
<p>É muita gente que vai receber esse dinheiro extra, cerca de 45 mil servidores. Dezoito mil ainda trabalham; os outros 27 mil são aposentados e pensionistas, beneficiários de servidores que já morreram.</p>
<p>O valor do bônus, ainda não foi definido. Depende de metas que ainda serão estabelecidas. Mas mesmo sem as metas, o governo decidiu antecipar o pagamento do bônus. Os servidores vão recebê-lo no início de fevereiro.</p>
<p>Vão ser duas parcelas de R$ 7.500 para os auditores, R$ 15 mil; e duas parcelas de R$ 4.500 para os analistas, R$ 9 mil. E depois R$ 3 mil e R$ 1.800 até que a meta seja finalmente estabelecida.</p>
<p>Até 2019, o governo vai gastar com esse bônus R$ 8 bilhões.</p>
<p>Ninguém no governo quis gravar entrevista. Na Receita Federal e no Ministério do Planejamento disseram que outros aposentados do funcionalismo já recebem esse bônus. Os da Advocacia Geral da União, por exemplo.</p>
<p>E que muitas vezes um processo de multa aplicada por um auditor da Receita demora muito para ser concluído. E aí quem iniciou tudo já se aposentou. Disseram também que o valor do bônus para aposentados e pensionistas vai cair, vai ser reduzido de acordo com o tempo de aposentadoria.</p>
<p>Selene Nunes, especialista em finanças públicas, diz que o bônus é um aumento de salário disfarçado.</p>
<p>“O momento é péssimo, nós temos um déficit primário muito grande, temos uma crise econômica avassaladora, milhões de desempregados. O bônus de produtividade fica fora das contribuições previdenciárias. E, por outro lado, se paga o bônus a inativos e pensionistas que não contribuíram e que também não trabalham, então não teriam por que receber um bônus de produtividade. É incoerente”, disse.</p>
<p>Selene lembrou, ainda, que esses aposentados e pensionistas vão ser beneficiados com um bônus ao mesmo tempo em que o presidente Temer tenta aprovar a proposta da reforma da Previdência.</p>
<p>O Sindifisco nacional, que representa os auditores da Receita Federal, e o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho disseram que o bônus para aposentados é justo e reiteraram que o pagamento de algumas multas pode demorar anos e ser feito depois de o auditor responsável já ter se aposentado ou morrido. O Sindifisco nacional afirmou também que o valor do bônus é reduzido ao longo dos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/01/bonus-de-produtividade-vai-beneficiar-30-mil-servidores-aposentados.html</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://barbosaedias.com.br/bonus-de-produtividade-vai-beneficiar-30-mil-servidores-aposentados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Planejamento edita Orientação Normativa sobre recadastramento</title>
		<link>http://barbosaedias.com.br/planejamento-edita-orientacao-normativa-sobre-recadastramento/</link>
		<comments>http://barbosaedias.com.br/planejamento-edita-orientacao-normativa-sobre-recadastramento/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 15:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[bidaa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://barbosaedias.com.br/?p=1433</guid>
		<description><![CDATA[ON atualiza os órgãos sobre novos procedimentos sem mudar sistemática A Secretaria de Gestão de Pessoas e Relações do Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (Segrt/MP) atualizou as orientações aos órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec) referentes aos processos de recadastramento anual de aposentados<span class="excerpt-more"> [...]</span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/download-31.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1434" src="http://barbosaedias.com.br/wp-content/uploads/2017/01/download-31.jpg" alt="download (31)" width="233" height="216" /></a></p>
<p>ON atualiza os órgãos sobre novos procedimentos sem mudar sistemática</p>
<p>A Secretaria de Gestão de Pessoas e Relações do Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (Segrt/MP) atualizou as orientações aos órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec) referentes aos processos de recadastramento anual de aposentados e pensionistas da União e de anistiados políticos civis e seus pensionistas.</p>
<p>A atualização, por intermédio da <strong><a class="external-link" title="" href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=05/01/2017&amp;jornal=1&amp;pagina=52&amp;totalArquivos=64" target="_self">Orientação Normativa nº1, de 2 de janeiro de 2017</a></strong>, foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (5). O novo normativo revoga a ON nº 1, de 10 de janeiro de 2013 sobre o tema.</p>
<p>O ato de recadastramento segue com a mesma sistemática. Os beneficiários deverão comparecer, no mês de aniversário, em qualquer agência das instituições bancárias credenciadas das quais sejam correntistas, munidos de documento de identificação com foto e CPF.</p>
<p>O comparecimento aos bancos é condição para a continuidade do recebimento do provento, da pensão ou da reparação econômica mensal.</p>
<p>Nos casos de não comparecimento por doença grave ou impossibilidade de locomoção deverá ser solicitado pelo interessado ou por terceiros o agendamento de visita técnica. O procedimento deverá ser feito na unidade de recursos humanos do órgão de vinculação do titular do benefício.</p>
<p><strong>O que muda</strong></p>
<p>A ON nº 1/17 traz como novidade a possibilidade de atualização cadastral por meio biométrico, nas instituições bancárias credenciadas que já disponham dessa tecnologia nos equipamentos de autoatendimento ou venham a dispor no futuro.</p>
<p>Além disso, define como alternativa para os agendamentos de visitas técnicas não confirmados pelas unidades de recursos humanos, que o recadastramento do beneficiário ocorra mediante apresentação de documento reconhecido em cartório.</p>
<p>Apenas para esses casos, será autorizado, em caráter excepcional, exclusivamente para o ciclo de atualização cadastral vigente, que o aposentado, o pensionista ou o anistiado político civil gere, no portal do Sistema de Gestão de Pessoas do Governo Federal (Sigepe), formulário específico de Declaração de Vida, ou que apresente Escritura Pública Declaratória de Vida, os quais suprirão a visita técnica.</p>
<p>A solução criada para essa situação específica foi necessária em virtude das restrições de força de trabalho e de recursos orçamentários de parte das unidades de RH e dos impedimentos apontados pelos agentes de visitação para chegar a locais de difícil acesso, como áreas de risco ou localidades atingidas por catástrofes naturais.</p>
<p>Para reduzir custos, os órgãos e entidades do Sipec também estão sendo orientados pela ON para que a comunicação aos interessados sobre a obrigatoriedade do recadastramento seja feita em meio eletrônico, limitando o envio de correspondência pelos Correios somente para os que deixaram de efetuar o recadastramento no mês de aniversário</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://barbosaedias.com.br/planejamento-edita-orientacao-normativa-sobre-recadastramento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
